Historiador Peter Burke analisa o fenômeno do efêmero, rejeita qualquer simplificação sobre a cultura global e acha cedo para se medir a extensão da “ciber-revolução”
Por Luciano Trigo
A história dos meios de comunicação, dos primórdios até o século 20, já foi tema de diversos livros, mas é raro encontrar uma obra tão concisa e fluente como História Social da Mídia: de Gutenberg à Internet, de Peter Burke e Asa Briggs, recém-lançado pela Jorge Zahar Editor.
Professor de História da Cultura na Universidade de Cambridge, Burke analisa os meios de comunicação, destacando os contextos sociais e culturais em que eles surgiram e se desenvolveram, além de traçar a história das diferentes mídias e das novas linguagens que elas criaram para a civilização ocidental – da invenção da prensa gráfica até a criação da Internet. Burke avalia os estudos dos meios de comunicação, da retórica ao ciberespaço, analisando a história da Europa no período que antecedeu a era moderna – da difusão da imprensa até as Revoluções Francesa e Inglesa.
Postado por Carmen dos Humildes
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
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